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Ensaio #3 – (Em SP…)

Hoje não pude ensaiar,  tive que ir pra São Paulo resolver umas paradas… tudo bem, faz parte e estou botando muita fé nessas paradas (mistério…mistério…rs).  O legal foi que já que eu estava ali pelo SESC Pompeia resolvi me arriscar na fila dos “sem ingresso” e realizei um desejo antigo: Fui assistir à gravação do programa “Sr. Brasil” da TV Cultura, foi muito massa!!! Tão diferente ver um programa na TV e ao vivo! Foi muito legal ouvir um causo do Boldrin ali de pertinho! Recomendo a todxs que estivem por SP que assistam à gravação, é toda terça e quarta, às 19h, parece que dá pra reservar o ingresso pela internet, eu logo quero ir de novo. 1901211_633031476734273_94911427_n

Israel Galván, você é o cara.

Ah Galván…vc é o cara.

Não me lembro bem quando conheci o trabalho do Galván,  acho que foi em 2006 ou 2007,  na época eu estava fissurado pelo bailaor Vicente Escudero (logo posto algo sobre ele…)e o Galván surgia como alguém fortemente influenciado pelo Escudero, um seguidor do trabalho dele. Eu estava atrás de um livro do Escudero intitulado “Mi Baile” e não tive dúvidas, escrevi para a produtora do Galván para saber se eles possuíam o livro,  disseram que não mas foram simpáticos e me mandaram uns dois textos por e-mail… desde então não parei de acompanhar o trabalho do Galván.

Em 2008 para minha alegria ele veio para o Brasil apresentar um trabalho solo na Bienal de Arte de São Paulo, era solo mesmo, não tinha cantor, não tinha músico, não tinha trilha sonora, era só ele e o palco, ele e o sapateado cabuloso dele, ele e a movimentação que só ele tem, 40 minutos de dança e de presença. Quando soube que ele viria, pirei, la fomos nós (Eu e a Marcela) pra São Paulo…

A apresentação foi um show! Era um espaço alternativo, tipo um galpão, uma disposição meio de arena, sentamos ali pertinho e já tratei de ligar meu gravador, pois é,  num esquema meio pirata gravei o áudio, pena que acabei perdendo esse áudio…Não achei nenhum vídeo do espetáculo mesmo, mas vou por um vídeo aqui de uma outra apresentação bem parecida para vocês terem uma ideia de como foi:

Terminado o espetáculo,  galera foi saindo e nós ali,  eu já tinha me ligado que o camarim dele era no fundo do galpão, uma barraca meio improvisada,  falei pra Marcela, vamos esperar e tirar uma foto com ele?! Nunca fui muito de tietar artista mas o Galván é o cara…rs, lá fomos nós,  ele poderia sair por dois caminhos, cada um ficou num caminho e ficamos ali uma meia-hora esperando até que ele apareceu! Primeiro olhou com uma cara meio “quem são esses dois malucos fazendo tocaia no corredor?”, mas logo sorriu e foi muito simpático, tirou a foto de boa, conversamos um pouco e nós fomos embora ainda mais fãs do Galván…

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(Contínua)